segunda-feira , 13 julho 2020
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RIO BRILHANTE: delegado analisa denúncia contra vereador e arquiva ocorrência

Por: Olimar Gamarra

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Após analisar ocorrência registrada nesta segunda-feira (29) em desfavor ao vereador Adão Evandro Pereira Leite, Adaozinho, (PTB) por supostamente ter incitado pessoas a descumprirem decreto de aglomeração no município como forma de prevenção ao novo coronavírus, o delegado Guilherme Sariam, decidiu pelo arquivamento do boletim de ocorrência.

A autoridade policial entendeu não haver crime na conduta do vereador.

O BÓ foi registrado ontem pela procuradora do município, Viviane Lima.

Segue decisão de Sariam:

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ENTENDA O CASO:

A Procuradoria-geral de Rio Brilhante procurou a polícia, nesta segunda-feira (29), para denunciar o vereador Adão Evandro Pereira Leite, o Adãozinho (PTB), que estaria incentivando aglomeração no município.

Conforme o registro policial, o vereador enviou mensagem em grupo no WhatsApp informando a um grupo de ciclistas que eles poderiam se encontrar, desde que deixassem os celulares em casa, para que a reunião não fosse detectada. Vale ressaltar que o Governo do Estado monitora possíveis aglomerações a partir de registros de antenas de telefonia móvel.

De acordo com o relatado pela procuradoria do município na ocorrência, o objetivo era fraudar as metas de isolamento e ajudar o comércio a reabrir previamente. A procuradora afirmou, ainda, que foram feitas lives e publicações no Facebook do vereador reafirmando esse posicionamento, sendo que ele já foi autuado por infração sanitária. Em seu perfil na rede social, são várias publicações se posicionando a favor da reabertura do comércio.

 Segundo o delegado Guilherme Sarian, houve o entendimento de que a prática seria uma incitação ao descumprimento de decreto municipal que estabelece regras de isolamento social, entre elas a proibição de aglomeração.

“Vamos apurar, mas a princípio nos pareceu que ele estava instruindo as pessoas a burlarem o isolamento”,

informou.

Ainda conforme Sarian, por tratar-se de crime de menor potencial ofensivo, o caso será apurado pela polícia e encaminhar ao Ministério Público para dar continuidade ao caso.

Procurado pelo Jornal Midiamax, o vereador não atendeu a ligação. Em mensagem, Adão informou que não poderia atender, pois estava em sessão na Câmara Municipal.

 

CMT
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